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sábado, fevereiro 28, 2015

Bolo de Cenoura da Rita Lobo

Bolo de cenoura com cobertura de chocolate
Rendimento: 20 porções
Tempo de preparo: 15 minutos + 50 minutos para assar
Nível de dificuldade: médio

Para fazer o bolo de cenoura
Ingredientes:
3 cenouras
4 ovos
1 xícara (chá) de óleo de canola, milho ou girassol
1 e 1/2 xícara (chá) de açúcar
2 xícaras (chá) de farinha de trigo (mais um pouco para enfarinhar a assadeira)
1 colher (sopa) de fermento
1 pitada de sal
1 colher (chá) de manteiga

Modo de preparo:
Preaqueça o forno a 180°C (temperatura média). Unte uma forma redonda de 23cm de diâmetro e sete centímetros de altura com manteiga, usando um papel toalha para espalhar. Polvilhe farinha de trigo e chacoalhe sobre a pia para tirar o excesso.

Coloque a farinha, o sal e o fermento em uma tigela, passando pela peneira. Misture delicadamente e reserve.

Lave as cenouras e, com um descascador de legumes ou faquinha, descasque. Descarte a extremidade superior (onde fica a rama) e corte as cenouras em rodelas.

Quebre os ovos, um a um, em uma tigela (para verificar se estão bons) e transfira para o copo do liquidificador. Junte as cenouras, o óleo e o açúcar e bata até formar uma mistura homogênea (cerca de cinco minutos).

Junte a mistura do liquidificador à tigela com a farinha, o fermento e o sal. Com um batedor de arame, misture delicadamente até ficar liso e homogêneo.

Transfira a massa para a assadeira e leve ao forno preaquecido por cerca de 50 minutos. Para saber se o bolo está bom, espete um palito na massa: se sair limpo é sinal de que o bolo está assado e pode ser retirado do forno. Caso contrário, deixe por mais alguns minutos até que asse completamente. Deixe esfriar por 15 minutos antes de desenformar.


Para fazer a calda de chocolate

Ingredientes:
1/2 xícara (chá) de chocolate em pó
1/3 de xícara (chá) de açúcar
1 colher (sopa) de manteiga
1/3 de xícara (chá) de água

Modo de preparo:
Numa panela pequena, junte o chocolate, o açúcar, a manteiga e a água. Leve ao fogo médio mexendo sempre com um batedor de arame.

Quando começar a ferver, cozinhe por cerca de quatro minutos, sem parar de mexer. Assim que a calda começar a desgrudar do fundo da panela é sinal de que está pronta.

Regue a calda quente sobre o bolo já frio e desenformado e deixe esfriar. Sirva a seguir.

terça-feira, fevereiro 24, 2015

A corajosa cozinha de Sudbrack


A história da chef que faz de ingredientes cotidianos receitas sofisticadas e surpreendentes. Aprenda uma delas

Renata Helena Rodrigues, do Rio de Janeiro, especial para o iG
Celso Pupo/Fotoarena
A chef Roberta Sudbrack
“Não tenho o menor interesse em começar a trabalhar com quiabo e terminar com pó de quiabo.” A frase diz muito sobre Roberta Sudbrack. Em sua cozinha, nada de esferificações ou métodos ultramodernos à la Ferran Adrià. “Eu uso calor e técnica, mais nada”, diz ela. Mas nem pense que no restaurante carioca você vai encontrar pratos simples, que não fogem do feijão com arroz caseirinho. A apresentação e o preparo cuidadoso são alta gastronomia pura. “Minha linha é completamente contrária à da cozinha molecular, mas me proponho a fazer uma cozinha moderna brasileira.” 

O conceito de simplicidade, no sentido de trafegar por uma culinária sem pirotecnia, mas muito consistente e ligada às raizes, vem desde as primeiras memórias relacionadas à comida. “Minha lembrança mais remota é o frango ensopado com polenta da minha avó”, diz. “ É o prato que eu pediria no corredor da morte .” Esse equilíbrio da tradição com a técnica apurada e criativa resulta em comida benfeita, sem excessos e ao mesmo tempo surpreendente: as receitas de Sudbrack têm uma fórmula enxuta, não mais do que três elementos e todos com seu sabor essencial mantido e destacado. “Em muitos dos meus pratos os ingredientes aparecem como eles realmente são, sem molhos para mascarar. Algumas pessoas estranham. Sei que fazer isso é um ato de coragem.”
Quem prova as delicadas receitas de Roberta, a exemplo do quiabo defumado recheado de camarão semicozido, pode imaginar que ela tenha aprendido suas técnicas na Europa e estagiado em restaurantes estrelados pelo mundo afora. Nada disso. A chef começou seu aprendizado no exterior, mas ela é autodidata. 

Gaúcha de Porto Alegre, ela morava com os avós em Brasília. Quando o avô faleceu, a família enfrentou dificuldades financeiras e Roberta começou a vender cachorro quente nas ruas da Capital Federal. O molho de tomate caprichado era preparado diariamente pela avó Iracema e, junto com a salsicha artesanal, garantiu o sucesso dos sanduíches. “Foi com o dinheiro dos cachorros quentes que fui fazer faculdade de veterinária nos Estados Unidos (em Bethesda, a noroeste de Washington).” A receita até hoje é tratada com carinho pela chef. Sua versão mais elaborada, batizada de SudDog, faz sucesso em seu restaurante.
Divulgação/Renato Neto
Quiabo defumado recheado com camarão semicozido, receita de Roberta Sudbrack
Quando morou sozinha nos Estados Unidos, Roberta teve contato pela primeira vez com a cozinha. E foi amor à primeira vista. “Até então nunca tinha precisado fazer comida, não sabia nem fritar um ovo”, conta. “Mas logo na primeira visita ao mercado, toquei os alimentos e percebi que era isso que queria. Foi muito definitivo.” Decidiu, então, comprar livros e montar seu próprio sistema de estudos. “Eu escrevia para as escolas para saber como era a programação delas e criei uma rotina para mim. Foi um laboratório completamente solitário.” Equilibrando seu tempo entre o curso de veterinária e as panelas, Roberta cortava legumes para ganhar agilidade com a faca, fazia molhos de todos os tipos e tentava dominar as técnicas da cozinha clássica. “Sabia que mesmo para fazer uma cozinha moderna, seria preciso conhecer muito bem a base clássica, que é o alicerce da comida.”
Quando a vontade de seguir carreira na cozinha ganhou ainda mais força, Roberta largou a faculdade e voltou para o Brasil com o apoio irrestrito da avó. “Ela me disse: ‘É isso que você quer? Então faça e faça o melhor que você puder’”. Na época, a decisão causou espanto. O glamour que existe hoje em torno da profissão de cozinheiro ainda não estava em voga. Ainda no Brasil, Roberta passou dois anos sem exercer a profissão. Achava que precisava de mais treinamento, e continuou o programa de experimentações práticas. Deu certo. “Ela faz uma cozinha moderna, valorizando o produto brasileiro como ninguém mais faz”, afirma Claude Troisgros. Ele conta que quando levou Gérald Passédat, respeitado chef francês do Le Petit Nice , em Marseille, para provar a culinária de Roberta, o colega disse: “Se ela estivesse na França, teria três estrelas Michelin” – em tempo: o restaurante de Passédat é condecorado pelo badalado guia com exatas três estrelas, o reconhecimento máximo da publicação.
Depois do treino intensivo, a chef começou a preparar pequenos jantares em residências brasilienses. Em um dos primeiros eventos, o então presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, estava entre os convidados. “Achei que seria uma vez na vida, que eu colocaria no currículo que havia cozinhado para o presidente e ponto.” Pouco tempo depois, Roberta foi convidada para elaborar o cardápio de alguns eventos do Palácio da Alvorada e logo recebeu a chamada para assumir definitivamente o comando das panelas na residência oficial do dirigente da República. Assim, rompeu barreiras e se tornou a primeira mulher a assumir o cargo.
“O sonho de qualquer cozinheiro é ter o próprio restaurante, mas a oportunidade do Palácio da Alvorada foi uma grande experiência de vida.” Depois de sete anos comandando uma equipe completamente formada por militares e servindo chefes de Estado de todo o mundo, a chef partiu para voo solo e mudou-se para o Rio de Janeiro para abrir seu próprio restaurante.
Hoje, em uma pequena casa de fachada laranja, próxima à Lagoa Rodrigo de Freitas, Roberta recebe poucas pessoas por noite e serve algumas das mesas mais disputadas do Rio de Janeiro, atendendo somente com reservas. O menu degustação de nove etapas tem ingredientes escolhidos no próprio dia. Ela seleciona as melhores carnes e os peixes mais frescos do mercado para desenvolver suas receitas. Toda sexta-feira o restaurante abre também no horário de almoço e às terças oferece um cardápio mais enxuto (e mais barato) no jantar.
Confira abaixo trechos da conversa do iG Comida com a chef Roberta Sudbrack, em seu restaurante no Rio de Janeiro.
iG: Por que escolheu o Rio de Janeiro? 
Roberta Sudbrack: Quando saí do Palácio, eu sabia que tinha que ir para o Rio ou para São Paulo, porque são dois grandes polos gastronômicos. Em São Paulo, tive três propostas fantásticas, enquanto, no Rio, não tive nenhuma. Como eu gosto de desafios, resolvi vir para cá. Nem sempre foi fácil. Nossa proposta era muito nova, muito ousada. Mas agora já “carioquei” de vez.
iG: Quando você fala das suas primeiras referências com comida, sempre se refere a algo muito caseiro, muito simples. Como chegou à cozinha sofisticada que você faz hoje? 
Roberta Sudbrack: Ela é sofisticada, mas a base é muito simples. Minha cozinha se expressa com modernidade, mas preserva uma forte ligação afetiva. Seja com uma lembrança, com uma cozinha de família, com aquele cheirinho do fogão a lenha ou a história de raspar o tacho. O que nós queremos mostrar aqui é que o ingrediente precisa aparecer. O grande erro que acontece na gastronomia é o cozinheiro achar que ele é que tem que aparecer. Quem tem que aparecer é o prato.
iG: É uma união do simples e do sofisticado? 
Roberta Sudbrack: Eu gosto muito de simplicidade. É claro que a gente busca sensações diferentes, inusitadas, buscamos a surpresa, mas, acima de tudo, a coisa mais importante é o respeito com o ingrediente. Não tenho o menor interesse de começar a trabalhar com quiabo e terminar com o pó de quiabo. Para mim o quiabo tem que estar ali. Eu vou fazer com que ele se expresse de uma maneira diferente, eu vou contextualizá-lo na alta gastronomia. Mas ele tem que ser quiabo, o mesmo que é cozido no fogão a lenha. As pessoas imaginam que ele não pertença a esse contexto, mas eu consigo provar o contrário.
iG: E você busca que as pessoas tenham essa relação afetiva com a sua comida? 
Roberta Sudbrack: É o sonho de qualquer cozinheiro. Quando eu desço em uma mesa, o maior elogio é ver os olhinhos das pessoas se encherem de lágrimas. Se a refeição propiciou fazer essa volta, essa viagem nas lembranças, a equipe cumpriu seu papel. Para mim, cozinha é técnica e emoção na mesma proporção. Não pode ter mais de um nem mais de outro. Você pode fazer um jantar que é tecnicamente impecável, mas que falta emoção.
iG: Quais são os critérios para escolher o ingrediente que será seu objeto de estudo? 
Roberta Sudbrack: Não tenho. Eu tenho uma fascinação por essa coisa do dia a dia. Tenho essa obstinação de tentar mostrar que a gente não pode rotular o ingrediente como “só para comida feita em casa”. Então eu já fiz o ano do quiabo, do maxixe, do chuchu...
iG: E você costuma escolher ingredientes que a maioria das pessoas considera insípidos? 
Roberta Sudbrack: Não necessariamente. Em 2010 fizemos o ano da banana, e todo mundo gosta de banana. Foi uma dificuldade diferente, porque nesse caso toda família tem uma receita. O quiabo era o desafio de fazer a pessoa pelo menos experimentar. O chuchu era aquela história de dizer que é o quinto estado da água, que não tem textura. E eu queria mostrar justamente o contrário. Dessas experiências saem os pratos que se tornam hits da coleção.
iG: E desses ingredientes teve algum que mais a surpreendeu? 
Roberta Sudbrack: O quiabo! Foi o mais difícil e o que teve o resultado mais bacana. Tenho um carinho especial porque foi o primeiro com que eu trabalhei que as pessoas apresentavam resistência. O bacana é assistir as pessoas perderem o medo. Quando os clientes abrem o meu cardápio e vêem chuchu, maxixe, abóbora, quiabo, não ficam mais assustados. Eles sabem que vamos demonstrar uma maneira diferente de o ingrediente se expressar.
iG: Como funciona essa sua experimentação? 
Roberta Sudbrack: Eu passo o ano inteiro trabalhando. Eu não tenho um laboratório, nós fazemos isso no dia a dia mesmo. Às vezes o que deu errado é o que vai dar muito certo. A farinha de banana, por exemplo, que foi a coisa mais bacana que fizemos no ano passado, surgiu de um erro. Uma fruta quase queimou e nós descobrimos uma característica fantástica da banana: o amargo. Os erros também são muito importantes.
iG: Você costuma compartilhar bastante no twitter. Como isso cresceu tanto? 
Roberta Sudbrack: É engraçado porque a minha comida está muito mais ligada à afetividade do que à tecnologia. Eu tenho até medo dessas coisas muito tecnológicas, dessas máquinas cheias de coisas. Acho engraçado como acabei me dando bem com o twitter, mas eu acho que eu tenho uma explicação. Isso acontece porque através dele eu consegui ficar mais próxima das pessoas que gostam do meu trabalho. Então, apesar de ser uma ferramenta tecnológica, eu criei uma relação afetiva com as pessoas que me seguem. Eu falo quando eu estou bem, quando eu não estou bem. Eu costumo dividir o que deu certo e o que deu errado. É uma relação de proximidade.

quinta-feira, fevereiro 19, 2015

SEXTA FEIRA, dia 27 de fevereiro teremos a primeira fornada do ano

SEXTA FEIRA, dia 27 de fevereiro teremos a primeira fornada do ano

Depois de um logo período sem fornadas, aposto que todos estão com saudades dos nossos pães artesanais.
SEXTA FEIRA, dia 27 de fevereiro teremos a primeira fornada do ano. Façam já sua reserva.
1- Pão Italiano,500g, R$ 13,00;
2- Pão Italiano com gorgonzola, 500g, R$ 20,00;
3- Ciabatta com azeitonas verdes e preta, 500g, R$ 15,00.
Os pedidos se encerram as 12h da Quinta Feira e retiradas na Sexta feira, entre 16hs e 18 horas na Papoula;

Estamos na Rua Professor Corrêa Leite, nº 1035,
Alto da Boa Vista - Ribeirão Preto-SP.

Focaccia com tomate

Faça a esponja:
  • 200 ml de água à temperatura ambiente (se estiver gelada, ou o dia estiver frio, aqueça um pouquinho);
  • 150 gramas de farinha de trigo;
  • 1 envelope de fermento biológico seco (10 gramas).
Em uma vasilha média, misture os ingredientes. Cubra com um pano e deixe à temperatura ambiente, por 1 hora. Dê uma mexida em tudo e aí deixe descansar mais 1 hora.
Ao final do tempo, a massa deve estar borbulhando e ter dobrado de altura.
Para a massa você precisará de mais esses ingredientes:
  • 150 ml de água à temperatura ambiente;
  • 1 colher de sopa de azeite de oliva, mais um tanto (umas duas colheres de sopa) para trabalhar a massa;
  • 375 gramas de farinha de trigo;
  • 1 colher de sopa de açúcar;
  • 1 1/2 colher (chá) de sal;
Coloque a água e o azeite junto ao pré-fermento e bata até que fiquem bem misturados.
Adicione a farinha, o açúcar e o sal e bata bem a massa. Aqui, você pode usar uma batedeira das fortes ou máquina de pão, caso você tenha. Sove por uns 5 minutos, obtendo uma massa bem macia e pegajosa. Deixe descansar por mais 10 minutos.
Coloque uma colher de sopa de azeite numa superfície e trabalhe a massa, abrindo-a e dobrando-a como se fosse um envelope, por umas três vezes. O azeite vai evitar que a massa grude nas suas mãos. Deixe a massa descansar por 2 horas.
Abra a massa com as mãos mesmo e coloque-a numa assadeira retangular untada com um pouquinho de azeite. Não se preocupe se a massa tornar à encolher. Cubra a massa com um pano e deixe-a descansar por mais 20 minutos. Já deixe o forno pré-aquecendo à uns 220 – 230 graus. 
Pegue os cantos da massa e estique-os até que atinjam os cantos da assadeira, e aí sim coloque o recheio que você quiser. Pra essa, eu usei dois tomates bem vermelhos fatiados, algumas azeitonas e um pouco de parmesão. Jogue um fio de azeite e um pouco de sal grosso por cima de tudo e leve ao forno por meia hora, virando a assadeira na metade do tempo.
Retire do forno e deixe esfriar um pouco, em cima de uma gradinha. Jogue algumas ervas por cima de tudo e sirva. Vai ser sucesso!
Focaccia Tomate Azeitona e Ervas 03
Fonte: cozinha pequena

segunda-feira, fevereiro 16, 2015

Empadão de frango

Receita do Blog Cozinha Pequena

Torta de Frango Pizzaiollo 01
Pra fazer, você pode utilizar peito de frango cozido e desfiado, ou até mesmo sobras de frango assado (se é que sobra frango assado aí na sua casa, porque aqui isso nunca acontece.. :p). Você vai ter um empadão com a massa bem delicada e um recheio sensacional, bem cremoso. E, que enquanto estiver assando, vai perfumar a casa toda!
Torta de Frango Pizzaiollo 03Para a massa, você vai utilizar o seguinte:
  • 250 gramas de manteiga gelada, cortada em cubinhos;
  • 500 gramas de farinha de trigo;
  • 100 ml de água gelada.
É só misturar a farinha com a manteiga, até criar uma espécie de farofa. Daí, você junta a água gelada aos pouquinhos, até a massa criar liga. Ela fica quebradiça mesmo, é normal. Deixe ela descansar na geladeira enquanto você faz o recheio:
  • cerca de 600 gramas de frango cozido, desfiado;
  • 1 e 1/2 xícara (chá) de molho de tomate;
  • 300 gramas de requeijão;
  • 4 tomates sem pele e sem sementes, picados;
  • 300 gramas de mussarela fatiada;
  • algumas folhas de manjericão;
  • orégano à gosto;
  • 2 gemas, para pincelar.
Junte o frango desfiado, o molho de tomate e o requeijão, misturando bem, obtendo a camada cremosa de frango.
Torta de Frango Pizzaiollo 02
Forre o fundo e as laterais de uma assadeira com parte da massa (se tiver fundo removível, melhor).
Cubra a massa na seguinte sequência: o recheio cremoso de frango, depois com os tomates picados, o manjericão, as fatias de mussarela e orégano. Forre tudo com o restante da massa e leve pra assar, em forno pré-aquecido à uns 200 graus, por 40 minutos.
Retire o empadão do forno, pincele a massa com as gemas e volte para o forno, por uns 15 minutos, ou até estar bem douradinha. Se for desenformar, espere esfriar um pouquinho. Senão, é só partir pra cima e nhac! :)


Torta de Frango Pizzaiollo 04

CHEESECAKE DE CHOCOLATE DA NIGELLA


Cheesecake de Nutella 02
Cheesecake de Nutella 03Esta receita é de um doce muito fácil de se fazer, não tem segredo nenhum.
  • 250 gramas de biscoitos maizena ou de leite;
  • 75 gramas de manteiga sem sal;
  • 400 gramas de Nutella em temperatura ambiente;
  • 100 gramas de avelãs tostadas e picadas; (ou castanha de cajú)
  • 500 gramas de cream cheese em temperatura ambiente;
  • 60 gramas de açúcar de confeiteiro.
Modo de preparo para a base: junte os biscoitos, a manteiga, uma colher (sopa) de Nutella e três colheres (sopa) de avelãs e bata tudo junto no processador ou mixer. Você deverá obter uma massa com textura arenosa, boa de se trabalhar.
Cubra uma assadeira de fundo removível, de mais ou menos 20 centímetros com essa massa e leve para a geladeira.
Modo de preparo o recheio: bata o cream cheese com o açúcar de confeiteiro por cerca de 3 minutos. Adicione a Nutella restante e bata por mais uns dois minutos. Se preferir, troque a nutella por chocolate meio amargo. Você deverá ter uma textura assim:
Cheesecake de Nutella 01
Coloque esse recheio por cima da base e leve para a geladeira por algumas horas. Remova o aro da assadeira, salpique as avelãs quebradinhas por cima de tudo e sirva!
Foto: cozinha pequena

segunda-feira, fevereiro 09, 2015

Bolo de Cenoura sem glútem

Bolinho de cenoura de liquidificador 
Misture em um Bowl:
3 xícaras de farinha sem glúten (uso beladri ou schar)
1 xícara de açúcar mascavo
1 colher de sobremesa de fermento químico

No liquidificador bata:
3 ovos
3/4 de xícara de óleo de coco
2 cenouras médias 
1/2 xícara de leite (pode ser vegetal ou de soja)
 
Bate bem esta mistura no liquidificador. Separadamente misture no Bowl o líquido  com a farinha. Adicione 1/2 xícara de gotas de chocolate e forno 230º por uns 15 minutos, depois abaixe para 180º e deixe até dourar! 

terça-feira, fevereiro 03, 2015

Brigadeiro de biomassa


Ingredientes:
- 4 colheres de sopa biomassa de banana verde
- 2 colheres de sopa de cacau em pó
- 1 colher de sopa de óleo de coco
- 4 colheres de sopa de açúcar mascavo ou 5 colheres de sopa de agave
Modo de preparo:
Misture a biomassa de banana verde, o cacau em pó, o açúcar e o óleo de coco. Aqueça até descolar da panela.
Depois, enrole os docinhos. 
O docinho pode ser enrolado com chocolate em pó, coco ralado, farofa de oleaginosas, chocolate meio amargo ralado e etc.

segunda-feira, fevereiro 02, 2015

CURA : Gravad Lox


Conservantes naturais:

Por tradição, sempre se utilizou sal, açúcar, vinagre, gordura e condimentos para conservar alimentos.
As técnicas para salgar, curar e preparar embutidos produzem alguns dos alimentos mais apreciados.    
É preciso ressaltar que um ponto crucial dessas técnicas é a higiene, essencial para a boa conservação de carnes e peixes.
Cura é um método de preservação de carne e peixe em que se usam sal, açúcar e salite.


O sal
Historicamente, o sal é o conservante mais importante, muito potente em soluções concentradas para extrair a umidade do alimento, impedindo a proliferação de micro-organismos. Quanto maior a concentração de sal, maior o efeito de conservação e o prazo de validade.
O açúcar
Em concentração suficiente, é um conservante tão poderoso quanto o sal.
Também extrai a umidade do alimento, e, quanto mais alta a concentração, maior a validade da conserva (como o sal). E também serve para balancear o sabor do sal. Pode ser usado mel, açúcar mascavo, melado...

O sal  é o agente desidratante, o salite mantém a cor da carne, o açúcar contrabalança os efeitos fortes do salite. 



Sal de Cura : é composto de 94% sal e 06% nitritos-nitratos 
A diferença do sal normal é que ele mata o botulismo e microorganismos e dá a cor rosada (acentuando o vermelho da carne).
É perigoso, porque é cancerígeno, em excesso pode causar até morte e tem efeito cumulativo.
              Para segurança, na Europa e nos EUA, esse sal é vendido com algum tipo de corante para não ser confundido com o sal comum na cozinha, além de trazer estampado na embalagem.




Cura seca :    açúcar + sal (desidrata e conserva) 

Peixe:                   sal 100-120gr. Por kg de carne.
                             açúcar 50-200% da quantidade de sal
Carnes e aves:      sal   80-100gr. Por kg. de carne,
                            açúcar 50-200% da quantidade de sal.

Gravad lox:



Prato escandinavo a base de salmão curado. 
É um método tradicional. 
O salmão fresco, cru, é temperado com sal, açúcar e pimenta, e deixado curar por alguns dias, prensado entre ramos de endro entre outros temperos.

Servido cortado em fatias muito finas, geralmente acompanhado de pão preto e mostarda, em sanduíche ou canapé.


Receita:
2 filés de salmão limpos
100gr.sal
200gr. açúcar
30ml. suco de limão
30ml. brandy
30ml azeite
1 mç. Endro dill grosseiramente picado com talos
10g pimenta do reino amassada

Modo de Preparo:
 Limpar o peixe, pegue o filé de salmão com pele limpe as aparas mais gordurosas, de modo que fique um filé uniforme.
Colocar a mistura de sal, açúcar e as ervas (cura seca).
Misture, na parte de dentro, a bebida, o limão e o azeite.
Colocar a cura seca no peixe,  disponha em uma travessa com a pele para cima, embrulhe-os em filme pvc, e coloque um peso sobre os filés.
Deixe na geladeira de 2-3 dias. Retire, desembrulhe e remova a cura.
Para servir, separe os dois filés e corte cada um, diagonalmente, em fatias finas.





 Fonte: 400g, o livro das conservas, chef profissional

Club Sanduiche

Consta que o nome do lanche se deve ao Saratoga Club house, clube exclusivo para cavalheiros que bombava no high society nova iorquino, em 1930 , e onde teria sido inventada a iguaria.
Em algum ponto entre 1930 e 1940, o formato definitivo, com uma terceira fatia de pão de forma entre a fina fatia de bacon, a de carne branca (peru ou frango), a de tomate e uma folha macia de alface e maionese, consolidou-se uma customização que, para o papa da culinária ianque James Beard, era um "horror". 
Prato clássico das cozinhas de hotéis internacionais, hoje um club sanduíche clássico é servido, quase invariavelmente, com peito de peru, embora existam variações nos EUA feitas com frango ou rosbife.


A clubhouse sandwich ou só club sandwich tem origem nos Estados Unidos e é feita com frango, bacon, alface, tomate e maionese. 


Fonte: revista Gula edição 222





BOLO INTEGRAL DE AMÊNDOAS E MAÇÃ

INGREDIENTES:
  • 1 copo americano de farinha de trigo intregral (SEM GLÚTEN – usar farinha de amêndoa)
  • 1 copo americano de farinha de amêndoa
  • 1 copo americano de açúcar de coco ou açúcar orgânico
  • 2 colheres de sopa de canela
  • 1 colher de chá de fermento químico
  • 1 copo americano de uvas passas hidratadas (misturo branca e preta)
  • 1/2  copo americano de tâmaras cortadas e hidratadas
  • 1/2 copo de damascos secos hidratados
  • 1/2copo americano de de Castanhas do Brasil deixadas de molho por pelo menos 4 horas
  • 1/2 copo de amendoas deixadas de molho por pelo menos 4 horas
  • 1 maçã grande ou 2 pequenas cortadas em cubos
  • 4 colheres de sopa cheias de óleo de coco
  • 4 ovos orgânicos
  • 3/4 de copo americano de leite ou leite vegetal
PREPARO: 
Comece batendo no liquidificador os ovos, o leite e o óleo de coco. Bata por cerca de 5 minutos. Misture todos os ingredientes secos em um bowl (farinhas, açúcar, canela e fermento). Em seguida, acrescente as frutas e as castanhas. Por fim junte a mistura líquida e mexa para que fique uniforme. Despeje a mistura em uma forma quadrada de 30cmX30cm e leve ao forno 250°por +- 30 minutos (o tempo exato vai depender do seu forno).
Bom apetite!